DENISE MENCHEN
da Folha de S.Paulo

Os plugues e tomadas encontrados no mercado brasileiro estão com os dias contados. A partir de 1º de janeiro, todos os equipamentos importados ou fabricados no país precisarão ter plugues com dois ou três pinos redondos, em concordância com um novo padrão criado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

A mudança tem como objetivo dar mais comodidade e segurança aos usuários.

Arte

Produtos com plugues antigos já estocados poderão ser vendidos por fabricantes e importadores até 1º de outubro de 2010 e por atacadistas e varejistas até 1º de julho de 2011. Quem desrespeitar os prazos estará sujeito a multa, apreensão de produtos e interdição.

Segundo o Inmetro, que tornou obrigatória a adoção do novo padrão, há hoje no país 12 tipos de plugue e oito de tomada. A adaptação começou com as tomadas e com os plugues não incorporados a aparelhos, vendidos de forma isolada.

Desde janeiro deste ano, esses produtos já são fabricados e importados dentro das novas regras. Em breve, também serão os únicos encontrados nas lojas --o prazo para atacadistas e varejistas se desfazerem dos antigos é janeiro de 2011.

Segundo o Inmetro, o novo padrão é único. O que caracteriza os novos plugues é o fato de terem só pinos redondos --dois ou três, dependendo do aparelho. O terceiro pino age como fio terra e é usado em equipamentos que apresentem risco de descarga de corrente elétrica excedente, como geladeiras.

Já as novas tomadas têm seus três orifícios, todos redondos, situados numa cavidade que evita contato com o pino na hora em que ele é energizado.

Segundo Alfredo Lobo, do Inmetro, cerca de 80% dos equipamentos no Brasil são compatíveis com as novas tomadas. Os outros 20% teriam que ter seus plugues trocados. Outra opção é usar adaptador.

 
 
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Advogado, Professor Universitário, Membro da Comissão de Direito Constitucional da OABGO, Pós-graduado em Direito Civil, Processo Civil pela UCAM,  Pós-graduado em Direito Tributário pela UNIDERP, ex-assessor jurídico do TJGO, ex-diretor jurídico do Procon-Goiânia.
 
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